Domingo de manhã, 1º de março. Acordei impressionada por ter sonhado como nunca havia acontecido. Já ouvi minha mãe falando que não achava possível esse tipo de sonho, uma vez que ela também nunca tivera.
Então, foi simples e lindo: uma estrada, um arco-íris e a imagem de Deus em silêncio me olhando.
Talvez um questionamento: como reconhecer Deus? Imagem e semelhança de Cristo, um homem comum. No entanto, não muito próximo do que os homens costumam caracterizar; pois apensar de ter barba, o nariz largo e não estava com olhar sereno.
E foi isso que mais me inquietou. Tudo bem que para a psicanálise talvez se tratava apenas de uma construção da minha mente, mas por que ele não sorria?
Passei a refletir como andam minhas obrigações enquanto cristã, e não se fazem há muito. Embora eu tente sempre praticar o bem, talvez Deus queira algo de mim e tratou por sonho como fez com José. Além disso, na Bíblia o arco-íris é tratado como símbolo da união entre Deus e os homens, para que não esqueçamos da aliança que fez conosco. (Gn 9, 8-17) Recordo também ter sido este o Evangelho do domingo anterior - do qual participei finalmente na Santa Missa.
Parecia já ter sido suficiente receber um recado vindo diretamente dos céus. Porém, Ele sabia que eu precisava de mais.
Fiz uma viajem na segunda-feira de manhã. De carro. Ouvi despercebidamente na rádio a mensagem do Pe. Reginaldo Manzotti às 6 h da manhã. Chovia. E o arco-íris apareceu. Minhas lágrimas desceram e eu procurei insistentemente a imagem do Criador. Silenciei por minutos, e compreendi que a mensagem era onipresente, como tal, e que eu não preciso buscar por algo que nunca faltou comigo, apenas reanalisar minhas obras, pois Ele me aguarda ansiosa e carinhosamente.
Por tudo isso, acreditei ser nada mais justo que dar testemunho do que entendo ser minha mais linda relação com Deus!
Por tudo isso, acreditei ser nada mais justo que dar testemunho do que entendo ser minha mais linda relação com Deus!

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